Hannah P.O.V
Eu tinha acabado de acordar, com a luz da sol entrando pela minha janela e batendo diretamente no meu rosto. A preguiça de levantar e ir para a aula tomará conta do meu corpo inteiro me fazendo rolar de um lado para o outro na cama. Era como se meus músculos estivessem paralisados em cada centímetro. Ouvi uma batida de leve na porta do meu quarto e logo em seguida a voz quase nada escandalosa da minha mãe me chamando.
- Hannah! Recebi um email da universidade. Suas aulas foram adiadas por mais um dia por causa de uma construção que ainda não terminaram. – ela disse saindo logo em seguida –
Aquela tinha sido a melhor noticia da minha vida. Eu teria mais um dia para aproveitar, só não sabia com o que, de uma coisa eu sabia, não poderia ficar em casa de novo para assistir Glee com a minha mão novamente. Me levantei da cama, peguei uma toalha pendurada na cadeira e fui tomar um banho.
[...]
Me troquei minutos depois com uma roupa um tanto elegante mais bem confortável. Decidira ir ao shopping ver um filme ao invés de ficar em casa no meu ultimo dia de férias. Me maquiei de forma ágil e fui procurar meu celular, mas não o encontrei.
Desci as escadas correndo e fui ate o balcão da cozinha, procurei por todo canto mais não consegui o encontrar. Era só o que me faltava, ter sido roubada na minha própria casa.
- Mãe você viu meu celular? – gritei da sala –
- Não querida. – ela respondeu gritando também –
Fui ate a mesa a minha frente e peguei o celular da minha mãe. Disquei o meu numero e coloquei para chamar, ele tocou umas duas vezes e alguém atendeu.
--- Inicio da Ligação ---
Eu: Alo!
Mãe: Alo!
Eu: Mãe o que você esta fazendo com meu celular?
Mãe: Nada só queria checar se tinha algum gato e gostoso na sua lista de contatos, mas não achei nada. E eu pensando que a situação estava ruim para mim.
Eu: Mãe desliga o celular.
--- Fim da Ligação ---
Fui ate a varanda e peguei o celular da mão dela que ria como um pinto na chuva de forma histérica o que acabou me fazendo rir também.
- Aonde você vai? – ela perguntou quando cheguei a porta –
- Ao cinema. Te vejo mais tarde. – falei saindo logo em seguida –
[...]
Cheguei a fila do cinema e comprei o meu ingresso e fui logo em seguida para a fila da pipoca que por sinal estava pequena. Comecei a ficar nervosa com três garotos que estavam na minha frente fazendo hora para escolherem o que queriam. Finalmente consegui comprar o que eu queria e fui logo para a sala numero sete.
[...]
O filme havia acabado e eu me levantei para ir embora. Estava quase saindo da fileira de cadeiras quando dei a falta do meu celular que eu havia colocado na cadeira ao lado. Me virei para voltar e esbarrei em alguém e cai no chão.
- IDIOTA! OLHA POR ONDE ANDA! – gritei nervosa ao ver que estava toda suja de refrigerante –
- Desculpa. Eu não tinha te visto. – Um garoto que me fez perder a respiração tentou me levantar –
- Me solta babaca. Você já fez o suficiente. – falei me levantando pegando o celular e saindo depressa –
Ouvi ele me gritar enquanto eu andava cada vez mais rápido pelo corredor. Quando notei ele começara a correr atrás de mim e eu corri para o banheiro feminino. Parei de frente ao espelho, peguei um pedaço de papel, o molhei e comecei a limpara a região do meu peito quando senti alguém me puxar pelo braço.
- Você pirou? Não pode entrar aqui! – falei tentando me soltar –
- Eu já pedi desculpas. – ele disse –
- Se você não me soltar eu vou começar a gritar! – falei com um tom ameaçador –
- Duvido. – ele falou apertando meu braço –
- SCORRO! TARADO! ALGUEM ME AJUDA! – comecei a berrar desesperadamente –
- Você enlouqueceu? Fica quieta! – ele dizia tentando me acalmar –
- SOCO-
Senti a língua dele entrar na minha boca, me fazendo perder o fôlego. Foi um beijo forte e muito bom me fazendo perder as forças. Eu o empurrei e dei um tapa na cara dele bem forte que ficou me encarando logo em seguida.
- Quem você pensa que é? – falei assustada –
- Eu tinha que calar você. – ele respondeu com um sorriso fofo mais malicioso ao mesmo tempo –
Quando notei ele estava quase saindo do banheiro, quando voltou a olhar para mim e disse:
- Tem uma coisa ai. – ele falou apontando o dedo indicador para o meu peito e saindo logo depois –
Quando notei o papel molhado que eu estava usando para me limpar estava grudado no meu peito o que me fez corar de vergonha.
Voltei meus amores, e voltei para sambar na cara das inimigas que disseram que não teria mais imagine por causa de tudo o que esta acontecendo. Espero que gostem e comentem por favor!